quarta-feira, 2 de junho de 2010

HISTÓRIA DA AROMATERAPIA

A Aromaterapia faz parte dos mais antigos métodos de cura. Foi constatado o uso dos óleos aromáticos no embalsamamento de múmias datando 6000 a.C; junto ao esqueleto havia vasilhas com folhas e plantas medicinais. Porém, os primeiros registros de Aromaterapia só apareceram por volta de 3000 a.C, quando foi criado o alfabeto Sumério.
Acredita-se que a história da Aromaterapia começou com a queima de madeiras, folhas, gravetos e eucaliptos perfumados na Antigüidade. Esta prática provavelmente apareceu a partir da descoberta de que algumas fogueiras, como as feitas de cipreste e cedro, perfumavam o ar quando eram queimadas. Na verdade, a nossa palavra moderna perfume deriva do latim per fumum, que significa "através da fumaça". O incenso não foi, portanto, a única utilização de fragrância nos tempos antigos.
Em algum ponto entre os anos 7000 e 4000 a.C, as tribos neolíticas aprenderam que as gorduras dos animais, quando eram aquecidas, absorviam as propriedades aromáticas e curativas das plantas. Talvez folhas ou flores perfumadas tenham caído acidentalmente na gordura enquanto a carne estava sendo preparada na fogueira. A informação obtida nesse acidente levou a outras descobertas: as plantas davam sabor à comida, ajudavam a curar ferimentos e suavizavam a pele seca de forma bem melhor que a gordura sem fragrância.
Essas gorduras perfumadas, as precursoras das nossas modernas loções para massagem e para o corpo, perfumavam quem as usava, protegiam a pele e os cabelos das intempéries do tempo e dos insetos e relaxavam músculos doloridos. Elas também afetavam a energia e as emoções das pessoas.

Verônica Miranda

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